Suas histórias de infância +ETC – Textos vencedores

 Suas histórias de infância +ETC – Textos vencedores

Em Outubro lançamos a campanha Suas Histórias de Infância +ETC e nós recebemos dezenas de histórias incríveis!

Abaixo você confere a lista dos vencedores de cada categoria e seus respectivos prêmios. Também separamos duas histórias para vocês lerem na íntegra as experiências que nossa comunidade dividiu conosco.

História +Inspiradora: Maria Cecilia Arantes da Silva – 1 carrinho de rolimã
História +Engraçada: Roberta de Oliveira – 1 carrinho de rolimã
História +Motivacional: Alcilene Ferreira de Oliveira – 1 carrinho de rolimã
Histórias +Legais: Marcio Machado de Oliveira e Erik Hawan Silva de Oliveira – 1 jogo de taco

Agradecemos a todos que participaram dessa campanha cheia de propósito que a +ETC criou para tornar o mês das crianças mais divertido.

História +Inspiradora:

Meu pai sempre foi muito sério, um policial chefe de família. Certa vez, quando eu era criança e minha irmã adolescente inaugurou uma pista de skate perto da nossa casa e meu pai não via com bons olhos minha irmã fazendo amizade com aqueles meninos.
Acontece que um dia, do nada, meu pai pediu um Skate e desceu de pé a rua ao lado da nossa casa, uma lomba bem acentuada. Isso pra nós foi um choque mas todo mundo adorou e virou uma tradição.
Todo final de semana quando meu pai iria descer a vizinhança, as crianças e os skatistas ficavam assistindo ao longo da calçada aquele senhor, que era meu herói.

Roberta de Oliveira

História +Legal:

Atualmente tenho 37 anos e como todos sabem na nossa época era normal brincar na rua.
Me recordo que as brincadeiras que mais gostava durante a minha infância era jogar taco ou jogar futebol na rua. E a predileta entre as duas era certamente o taco.
Me lembro até que o meu grande amigo Thiago que tenho amizade até hoje começou a ser meu amigo por causa dessa brincadeira.
Eu em uma partida acertei a bolinha na cara dele com tanta força que ele ficou muito tempo chorando no chão. Acabou sobrando pra mim levar ele pra casa e acabei ficando lá pra explicar tudo o que tinha acontecido para a mãe dele.
Depois desse dia, apesar do quase nocaute que dei nele, não nos largamos mais e acabou virando o meu melhor amigo.
Incrível como uma brincadeira nos aproximou tanto e me trouxe um amigo para a vida toda.

Marcio Machado Oliveira

Compartilhe esse conteúdo

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Conteúdo relacionado